Dentista no consultório, olhando para a câmera

Guia gratuito para dentistas e donos de clínicas

Como vender mais cobrando o preço certo.

Descubra quanto cada procedimento precisa custar para fazer sentido na sua clínica, usando os números da sua própria operação.

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Quanto a sua cadeira precisa faturar por hora?

O problema pode não estar na agenda. Pode estar no preço.

Atender o dia inteiro não garante que o mês feche na mesma proporção. A cadeira pode estar ocupada e, mesmo assim, um procedimento pode estar abaixo do que a operação precisa.

A primeira leitura, nesse caso, costuma ser falta de paciente. Pode ser. Também pode ser o preço de quem já chega. O guia não decide isso por você. Ele mostra a conta para investigar.

Preço de mercado e preço da sua clínica

O colega não paga a sua conta.

Saber quanto cobram na cidade ajuda a se situar. Não diz se aquele número funciona na sua estrutura. Custo fixo, equipe, ocupação, laboratório, imposto e horas efetivamente faturadas mudam de uma clínica para outra.

O mercado é uma referência. Não é a conta da sua clínica.

  • Custo fixo diferente, mesmo com uma cadeira parecida.
  • Equipe e horas que a cadeira de fato vendeu, não as horas em que a agenda abriu.
  • Laboratório, imposto e taxa de cartão que não aparecem na tabela do vizinho.

A conta

O mínimo nasce da hora que vendeu.

No guia, uma clínica fictícia de uma cadeira soma o custo fixo do mês e divide pelas horas que faturou. Não pelas horas em que a agenda estava aberta. No exemplo, R$ 20.000 divididos por 96 horas vendidas.

Essa hora entra no tempo de cadeira. Em seguida entram material, laboratório quando houver, imposto, taxa de cartão, uma reserva para falta e retrabalho, e a margem. O resultado é o preço mínimo daquele procedimento. Abaixo dele, o atendimento não se paga. Acima, cobrar mais ou menos passa a ser decisão.

No guia, uma restauração

Uma face. 40 minutos. A conta muda o número.

A clínica do exemplo cobra R$ 190 numa restauração em resina. A conta do guia chega a outro valor.

Preço cobrado no exemplo

R$ 190

Preço mínimo calculado

R$ 300

Diferença nesta restauração

R$ 110

Exemplo baseado na clínica fictícia utilizada no guia. Não é a sua clínica e não é um resultado prometido. Em 20 restaurações nesse exemplo, a diferença para o mínimo é R$ 2.196.

A pergunta que fica: você já fez essa conta no procedimento que mais ocupa a sua cadeira?

A mesma lógica

E se você fizer essa conta nos seus procedimentos?

  • Restauração
  • Limpeza
  • Exodontia
  • Canal
  • Coroa

Muda o tempo de cadeira, o material, o laboratório e o preço da tabela. No exemplo, o canal esconde tempo. A coroa esconde o protético. O guia abre essa conta.

Vender mais

Talvez o próximo aumento de resultado não esteja em trazer mais pacientes.

Anúncio e captação continuam fazendo parte do crescimento. O ponto é outro: marketing, venda e a conta da operação precisam conversar. Antes de investir mais para gerar demanda, vale ver o resultado econômico da demanda que já entra.

01

Tirar o que está abaixo do mínimo

No exemplo do guia, a restauração e o canal. A limpeza barata também, quando ela não fecha um plano na mesma visita.

02

Parar o desconto no automático

Dez por cento no Pix só cabe se o preço de partida está acima do mínimo o bastante. Desconto em cima do mínimo fura a conta.

03

Apresentar o plano, não o dente solto

O paciente entra por um dente. A avaliação pode mostrar mais. Nem todo mundo fecha. O erro é não apresentar, ou já apresentar com desconto.

O guia também traz duas frases para a recepção. Uma para marcar a avaliação sem passar o preço na primeira mensagem. Outra para quando o paciente disser que está caro.

O que você descobre

Uma tarde para ver se o preço fecha.

Não é um arquivo para baixar e esquecer. A restauração já vem calculada, para a lógica ficar visível. No final, a folha é sua: custo fixo, horas vendidas, tempo, material e o preço que você cobra hoje.

  • Quanto custa uma hora da cadeira quando se usa as horas vendidas.
  • Quais custos entram antes de definir o preço: material, laboratório, imposto, cartão, reserva e margem.
  • Como comparar o mínimo com a tabela que você pratica hoje.
  • A mesma leitura na limpeza, na restauração, na exodontia, no canal e na coroa.
  • Três movimentos para vender mais com quem já chega, e duas frases para a recepção.
  • Uma folha no final para colocar o custo, as horas e o preço da sua clínica.

Este material é para você se

  • Você é dentista e participa da gestão.
  • É dono ou sócio e define, ou influencia, o preço do particular.
  • Quer entender a rentabilidade do procedimento, não só o faturamento do mês.
  • Trabalha bastante e quer decidir o preço com mais clareza.

Provavelmente não é o mais útil se

Você não participa da gestão nem da definição de preços da clínica. O material foi escrito para quem decide o valor do particular e precisa responder pelo resultado do mês.

Acesso imediato

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Se ficou alguma dúvida

Eu já sei quanto meus concorrentes cobram.

Isso ajuda a ler o mercado. O concorrente não paga o seu aluguel, a sua equipe nem a hora em que a sua cadeira ficou vazia. O preço dele é uma referência. Não é a prova de que o seu fecha.

Tenho medo de aumentar o preço e perder paciente.

O guia não manda subir a tabela inteira. Ele mostra o mínimo. A partir daí a decisão considera posicionamento, o público que você quer atender, a concorrência e o que a recepção consegue sustentar. Cobrar abaixo do mínimo para não perder paciente também é uma escolha. O custo dela é que, hoje, pode estar invisível.

Meu problema é falta de paciente.

Pode ser. Antes de aumentar o investimento para trazer mais gente, vale descobrir se a economia dos procedimentos atuais está saudável. Mais pacientes em cima de um preço que não se paga aumentam o movimento. Não necessariamente o resultado.

Não tenho tempo para fazer essas contas.

A restauração do exemplo já vem pronta, para o caminho ficar visível. Na sua clínica, o guia pede poucos números: custo fixo do mês, horas vendidas, tempo do procedimento, material, laboratório e o preço de hoje.

Meu contador já cuida disso.

O contador olha a empresa no fim do mês. Esta conta olha o procedimento, antes de passar o orçamento. São perguntas diferentes.

Antes de tentar colocar mais pacientes na agenda, descubra quanto vale cada hora da sua cadeira.

Você já tem estrutura, agenda e gente entrando. Antes de só aumentar o volume, vale entender se os números por trás dos procedimentos fazem sentido. O guia é o caminho para fazer essa conta com os números da sua clínica.

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