Preço cobrado no exemplo
R$ 190

Guia gratuito para dentistas e donos de clínicas
Descubra quanto cada procedimento precisa custar para fazer sentido na sua clínica, usando os números da sua própria operação.
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Quanto a sua cadeira precisa faturar por hora?
Atender o dia inteiro não garante que o mês feche na mesma proporção. A cadeira pode estar ocupada e, mesmo assim, um procedimento pode estar abaixo do que a operação precisa.
A primeira leitura, nesse caso, costuma ser falta de paciente. Pode ser. Também pode ser o preço de quem já chega. O guia não decide isso por você. Ele mostra a conta para investigar.
Preço de mercado e preço da sua clínica
Saber quanto cobram na cidade ajuda a se situar. Não diz se aquele número funciona na sua estrutura. Custo fixo, equipe, ocupação, laboratório, imposto e horas efetivamente faturadas mudam de uma clínica para outra.
O mercado é uma referência. Não é a conta da sua clínica.
A conta
No guia, uma clínica fictícia de uma cadeira soma o custo fixo do mês e divide pelas horas que faturou. Não pelas horas em que a agenda estava aberta. No exemplo, R$ 20.000 divididos por 96 horas vendidas.
Essa hora entra no tempo de cadeira. Em seguida entram material, laboratório quando houver, imposto, taxa de cartão, uma reserva para falta e retrabalho, e a margem. O resultado é o preço mínimo daquele procedimento. Abaixo dele, o atendimento não se paga. Acima, cobrar mais ou menos passa a ser decisão.
No guia, uma restauração
A clínica do exemplo cobra R$ 190 numa restauração em resina. A conta do guia chega a outro valor.
Preço cobrado no exemplo
R$ 190
Preço mínimo calculado
R$ 300
Diferença nesta restauração
R$ 110
Exemplo baseado na clínica fictícia utilizada no guia. Não é a sua clínica e não é um resultado prometido. Em 20 restaurações nesse exemplo, a diferença para o mínimo é R$ 2.196.
A pergunta que fica: você já fez essa conta no procedimento que mais ocupa a sua cadeira?
A mesma lógica
Muda o tempo de cadeira, o material, o laboratório e o preço da tabela. No exemplo, o canal esconde tempo. A coroa esconde o protético. O guia abre essa conta.
Vender mais
Anúncio e captação continuam fazendo parte do crescimento. O ponto é outro: marketing, venda e a conta da operação precisam conversar. Antes de investir mais para gerar demanda, vale ver o resultado econômico da demanda que já entra.
01
No exemplo do guia, a restauração e o canal. A limpeza barata também, quando ela não fecha um plano na mesma visita.
02
Dez por cento no Pix só cabe se o preço de partida está acima do mínimo o bastante. Desconto em cima do mínimo fura a conta.
03
O paciente entra por um dente. A avaliação pode mostrar mais. Nem todo mundo fecha. O erro é não apresentar, ou já apresentar com desconto.
O guia também traz duas frases para a recepção. Uma para marcar a avaliação sem passar o preço na primeira mensagem. Outra para quando o paciente disser que está caro.
O que você descobre
Não é um arquivo para baixar e esquecer. A restauração já vem calculada, para a lógica ficar visível. No final, a folha é sua: custo fixo, horas vendidas, tempo, material e o preço que você cobra hoje.
Você não participa da gestão nem da definição de preços da clínica. O material foi escrito para quem decide o valor do particular e precisa responder pelo resultado do mês.
Acesso imediato
Preencha seus dados e receba o guia para começar essa conta com os números da sua clínica.
Isso ajuda a ler o mercado. O concorrente não paga o seu aluguel, a sua equipe nem a hora em que a sua cadeira ficou vazia. O preço dele é uma referência. Não é a prova de que o seu fecha.
O guia não manda subir a tabela inteira. Ele mostra o mínimo. A partir daí a decisão considera posicionamento, o público que você quer atender, a concorrência e o que a recepção consegue sustentar. Cobrar abaixo do mínimo para não perder paciente também é uma escolha. O custo dela é que, hoje, pode estar invisível.
Pode ser. Antes de aumentar o investimento para trazer mais gente, vale descobrir se a economia dos procedimentos atuais está saudável. Mais pacientes em cima de um preço que não se paga aumentam o movimento. Não necessariamente o resultado.
A restauração do exemplo já vem pronta, para o caminho ficar visível. Na sua clínica, o guia pede poucos números: custo fixo do mês, horas vendidas, tempo do procedimento, material, laboratório e o preço de hoje.
O contador olha a empresa no fim do mês. Esta conta olha o procedimento, antes de passar o orçamento. São perguntas diferentes.
Você já tem estrutura, agenda e gente entrando. Antes de só aumentar o volume, vale entender se os números por trás dos procedimentos fazem sentido. O guia é o caminho para fazer essa conta com os números da sua clínica.
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